The Perfect Storm

The Perfect Storm
My mind!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

DAMAGED

Machucada. Destruida. Prejudicada. Magoada. Ferida. Problematica. Na defensiva. Desconfiada. Desacreditada. Sem esperanca. Dura. Fria.

Há dez anos atrás dentre todos esse adjvetivos me definiria como desconfiada e só. É impressioante o que dez anos podem fazer com uma pessoa. Inacreditável como experiências vividas ao longo de uma década podem moldar e modificar uma personalidade de uma maneria tão cruel e fria.

Vc nao me conhece. Nao sabe quem sou. Nao imagina o ser humano que me tornei. Nao vislumbraria as mágoas e o rancor que carrego dentro de mim, não propositadamente, claro.

Vc que me conhece vê uma menina linda, uma mulher com garra, uma pessoa independente e sensível que tem tudo que um adulto pode querer.

Essa visão que temos de pessoas que não conhecemos é engraçada, chega ser curiosa. Fico feliz por conseguir esconder tao bem do mundo quão damaged sou, ou estou. Por outro lado desejo apenas que alguém veja, que alguém enxergue meu pedido silencioso de socorro.

Sim, por trás do sorriso, escorre uma lágrima. Por trás do rosto de menina, há uma sombra. A névoa da escuridao percorre minha alma. Me acompanha no meu cotidiano. Me faz companhia nos momentos de solidão. Somos sempre nós duas juntas e preparadas para a próxima rasteira vida.

domingo, 21 de novembro de 2010

Sumiu

É impressionante como memorias podem reaparecer e incomodar com a mesma rapidez com que podem se exaurir no tempo. Voltei pra um tempo indefinido. Um periodo de dor. Uma epoca de sofrimento e angustia.


Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é. E eu sei o que passei. Sei o que senti. Sei o que sofri. Sei o quanto demorei para superar. Te quero como te quis naquela mesma epoca q nada aconteceu. Vivi um amor platonico. Vivi uma paixao não correspondida, inexistente. Bastou um toque de mãos. Bastou o primeiro olhar. Olho no olho. Caí a seus pes. Caí como nunca tinha dantes caido. Cai! Dizem q uma pessoa se apixona em 1/5 de segundos. Será? Nunca acreditei em amor a primeira vista ate te avistar. A convivencia nos aproximou, mas era um amor impossivel, quase um pecado. Nem sabia o que sentia. Até hj nao sei decifrar, pois nao se ama de uma hora pra outra e nao se apaixona sem toque! Entao qual a explicacao?



Nao sei. Ha dois anos tudo aconteceu. Ha dois anos te vi pela ultima vez. Ha tempos achei q tivesse superado o trauma, a desilusao, a dor, a separacao. Nada aconteceu! Como se sofre por um amor q nao exitsiu?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ah, o tempo!

O tempo é o melhor remédio pra tudo. Cicatriza, depois cura as feridas. No entanto, não é só pra isso que serve o tempo.

O tempo pode ser seu maior aliado na sua busca interior. É verdade. Pq com o tempo vc descobre a si mesmo. Descobre seus medos. Desvenda seus próprios mistérios. O tempo te faz amadurecer. O tempo é nobre. Ele cuida de vc se vc cuidar dele. O tempo te ensina a viver melhor. Ele te ensina a aproveitar melhor a vida e as pessoas que estão na sua vida. Com o tempo vc aprende lições valiosas que levará pra sempre. E quanto mais o tempo passa, mais vc aprende, sobre vc mesmo, sobre o mundo, sobre a vida, sobre as pessoas.

Ah tempo!
O tempo só não apaga mágoas ou assuntos mal-resolvidos. Aí não tem jeito. O tempo não pode apagar uma memória boa ou ruim. O que ele pode é propiciar que a mágoa fique guardada, inerte e estagnada. Contudo, ao menor lampejo de lembranças, todo o trabalho que o tempo teve em arquivar/ armazenar a mágoa vai por água abaixo.

O retorno da memória que cerca a mágoa é certo. E aí vc percebe que a mágoa está ali, feito uma fagulha de brasa ao final de uma um fogueira. Basta um sopro pra voltar a arder em chamas!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não é o que parece ser!

Qdo quiser sumir corra
Qdo quiser chorar grite
Qdo quiser fugir ore
Qdo quiser calar urra

As pessoas nao sao como vc imagina. Seres humanos sao naturalmente imperfeitos. Vc é cheio de defeitos. A vida nem sempre eh justa e o justica muitas vezes nao alcanca aqueles que a merecem.
As vezes te diminuem. As vezes vc se diminui. Outras vezes vc se pega diminuindo os demais. Eh a dança da redução. Redução de valores.
Vc é o que vc come. Assim como vc eh o meio q vc vive. Tome cuidado para nao se tornar o próximo predador desalmado. Será q os fins realmente justificam os meios, quaisquer que sejam esses meios?
Reflita. Seus atos condizem com suas palavras?
Tudo nessa vida tem solucao.
Só a morte que nao.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

C´est fini!?

Chegou ao fim? Acabou?
O que era doce hoje deixa um gosto amargo na boca. As alegrias se transformaram em cobrança. O que era prazeroso hoje é obrigação. As divergências não somam conhecimento, não agregam, servem para afastar mais. As diferenças se transformam em grandes obstáculos que devem ser superados s a todo instante. São montanhas gigantescas e abismos profundos que nos separam. São mundos e visões diferentes. São opiniões conflitantes. Muitas vezes travamos batalhas silenciosas. Cada um submerso no seu pensamento, maquinando, reletindo e propositalmente excluindo o outro daquele momento, seja por individualismo, egoismo, cansaço ou mesmo desânimo de compartilhar com o outro.
Como viver uma vida sozinha? Como se acostumar com a ausência? Como superar o hábito e a rotina tão bem definidos? Como não lembrar dos bons momentos e sentir aquela melancolia?
Tudo tem sua hora. Se não sabe como se comportar é porque o momento não chegou. A hora de desistir está próxima, mas ainda não chegou.
"Nada do que foi será De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa Tudo sempre passará
A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é Igual ao que a gente Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo No mundo
Não adianta fugir Nem mentir Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora Aqui dentro sempre Como uma onda no mar"

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

CONVIVÊNCIA

"Exigimos dos nossos muito próximos que concordem com nossos mesmos princípios e pensamentos senão, obviamente, estão errados. Exigimos que se comportem, pensem e julguem tal como faríamos e se, porventura estiverem em desacordo com esse ser especial que somos nós, será motivo suficiente para nos irritar. Para estarmos de bem com nossos muito próximos, até seus sentimentos devem ser iguais aos nossos: devem antipatizar-se com as pessoas das quais não gostamos, devem achar imoral aquilo que achamos, devem preferir tudo aquilo que preferimos e desprezar tudo que não gostamos, devem ser muito gratos à nós e nos gostar na medida em que achamos justo e assim por diante.
Exigimos dos muito próximos que nossos desejos não sejam apenas atendidos, mas também adivinhados, sem que tenhamos de explicar quais são esses desejos, pois, explicando e pedindo uma postura desejável não seria espontâneo, como gostaríamos que fosse. É muito importante que nosso muito próximo saiba exatamente o que nos agrada, tenha nossa mesma escala de valores e faça seus julgamentos com nossos mesmos critérios. Há pessoas que não se dão conta dessa nossa exigência desmedida em relação ao nosso muito próximo. Consideram a mágoa e irritabilidade provocada em nós por nosso muito próximo como uma resposta emocional correta, adequada às injustiças e às questões de certo e errado.
E MAIS, se pretendemos que nosso muito próximo seja como nós, pense igual à nós, julgue como nós e dê valor às coisas absolutamente como nós, podemos nos considerar frustrados e irritados desde já, pois, ele não é nós, ele é ele. Não adianta nos frustrarmos diante da eventual ingratidão desse nosso muito próximo para conosco, apesar de tudo o que fazemos por ele. A pretensão da gratidão e de reciprocidade nasce em nós. Também não adianta nos frustrarmos porque nosso muito próximo não antipatiza com as mesmas pessoas que nos são antipáticas ou não goste tanto das pessoas de quem gostamos; seus sentimentos são diferentes dos nossos.
Não há erro no fato de nosso muito próximo ser diferente de nós, ou seja, ele não é culpado pelo simples fato de ser uma pessoa diferente de nós. O erro é pretendermos que ele seja como nós, e, essa pretensão, para que ele seja como nós é nossa, ou seja, a culpa por estarmos decepcionados, magoados e irritados é nossa."