Mundo meu, mundo meu... Será que estou no caminho certo? Um caminho tão desconhecido e temido por mim, tão bravamente evitado por tantos e tantos anos.
Muitas vezes a certeza se torna dúvida e a convivência demonstra o verdadeiro de todo e qualquer ser humano. A convivência, o cotidiano, a vida em comum.
O caminho está aberto para o mal. È preciso fechá-lo, pois, caso contrário, energias negativas dominarão o ambiente e aquela fumaça escura pairará no ar, densa, pesada, sufocante.
A dor lacinante não é física, não é corpórea. Transcende à alma. É a dor da verdade. A dor da descoberta daquilo que não queria se descobrir.
Mundo meu, mundo meu...
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